12.11.09

Bruxa Viviane



Pra quem não conhece, a melhor e mais gostosa vilã a surgir na Turma da Mônica em anos.

10.11.09

Japonesa é acusada de matar 6 homens que conheceu pela internet

Kanae Kijima, de 35 anos, se aproximava de solitários, aplicava golpe de dinheiro e depois os matava.

Da BBC

A polícia do Japão prendeu uma mulher suspeita de ter sido responsável pela morte de pelo menos seis homens que ela teria conhecido pela internet.

Nomeada por sites japoneses como Kamae Kijima, ela se aproximava de homens solitários em páginas de encontros, aplicava um golpe para conseguir dinheiro deles e depois os matava, disfarçando os crimes para que parecessem suicídio ou acidente.

Segundo relatos da imprensa japonesa, Kijima, de 35 anos, tinha um blog sobre culinária e trabalhava em um bar na cidade de Tottori.

Sua última vítima foi um executivo de 41 anos, que foi encontrado morto por asfixia com monóxido de carbono no banco traseiro de um carro, em um aparente suicídio.

Mulheres Mais Perversas da História, As SHELLEY KEINMas além de verificar que não havia chave na ignição nem um bilhete, a polícia descobriu que ele havia transferido 5 milhões de ienes (cerca de R$ 94 mil) para Kijima no dia anterior.

Uma autópsia também revelou que o sangue da vítima continha traços dos mesmos tranquilizantes que haviam sido prescritos para a mulher e encontrados em uma busca na casa dela.

Outras vítimas

Após a confirmação da suspeita, a polícia conseguiu relacionar o nome de Kijima com o de outros homens que tinham aparecido mortos em circunstâncias estranhas.

Um deles era Kenzo Ando, de 80 anos, que morreu em um incêndio em sua casa, onde a mulher havia estado no mesmo dia. Em seu corpo também foram encontrados tranquilizantes.

Desde que Kijima foi presa, a lista de possíveis vítimas cresceu, incluindo um jornalista que foi atropelado por um trem, um policial encontrado enforcado e um homem que teria se afogado.

Segundo a imprensa, ela contava a suas vítimas que pretendia se casar após terminar a faculdade, mas que precisava de dinheiro para isso.

A polícia não tem divulgado informações oficiais sobre o caso, e a maioria das notícias vêm de dados vazados para a imprensa japonesa.

Link.

4.9.09

O Último Cavalheiro, por Pedro Lozada

Eu estava dirigindo de volta pra casa quando, de repente, o pneu do carro logo à minha frente furou. Acompanhei enquanto o carro ligava a seta e ia pro acostamento. Quando passei ao seu lado, fiquei surpreso pela beleza e charme da mulher que ia ao volante. Pensei: por que não fazer minha boa ação do dia?

Encostei meu carro em frente ao dela e me apresentei: Oi, sou Pedro, posso ajudá-la?

Ela abriu um sorriso amplo e caloroso, e apontou para o pneu: pois é, meu pneu furou. Ainda bem que ainda existem cavalheiros como você!

O tempo todo em que fiquei trocando o pneu ela me observou atentamente, com os olhos cintilando. Quando terminei, ela disse:

Muito obrigada. Agora, acho que merece um presente especial por ter sido tão gentil.

E, sem mais palavras, ela agitou seus belos dedos das mãos em minha direção e comecei a encolher: o que está acontecendo? o que houve?

Antes que eu pudesse piscar, estava do tamanho de uma baratinha. Seus enormes sapatos pareciam iates, suas pernas, colunas de mármores: por que fez isso?

Ela começou a rir, olhou pra baixo e disse:

Eu pensei em retribuir te levando pra um motel e só depois esmagando você, mas não resisto. Não há nada mais gostoso do que retribuir gentileza com maldade assim, na hora.

Você não pode fazer isso comigo!, eu gritei, balançando os braços.

Ela riu de novo: poupe seu fôlego, queridinho, eu não consigo te ouvir. Descalçou um pé e continuou: por que não entra aqui no meu sapato pra eu poder te esmagar gostoso?

Eu não queria ser esmagado e dei um passo atrás. Mas o que poderia fazer naquele tamanho?

Subitamente, ela levantou o pé ainda calçado sobre mim e disse: tolinho, será que ainda não entendeu?

Ela deixou o pé cair suavemente sobre mim, mas sem me esmagar, só me prendendo contra o chão. Posicionou a ponta do sapato sobre minha perna esquerda e disse, num sorriso sexy: deixa eu te mostrar o que eu posso fazer com você.

E pisou lentamente em minha perna, até não sobrar mais quase nada, só uma panqueca de perna no chão. A dor foi tanta que devo ter desmaiado. Acordei nadando em uma gosma grudenta. A malvada tinha cuspido em mim pra me acordar.

Meu gentil homenzinho cavalheiro que ajuda mocinhas necessitadas, disse ela, doce e sarcástica, posso te esmagar membro por membro, que tal? Mas se entrar em meu sapato, eu juro que tudo será mais rápido e gostoso pra você.

Não era possível que minha vida fosse acabar assim. Olhei para aquele sapato descalçado, e para aquele pé parado sobre ele, e tudo o que eu queria era não ter que entrar ali, era voltar à minha antiga vida. Mas de que serve a vida sem uma perna?

E tudo porque parei para ajudá-la.

Comecei a me arrastar até o sapato, deixando um rastro de sangue no chão atrás de mim e chorando muito. Quem visse de longe, seria só uma bela mulher observando um escaravelho no chão. Ela ainda ficou de cócoras para ver melhor: vamos, meu lindinho, você está quase lá. E quando eu me aproximava, ela afastava o sapato, miando: ahh, rasteja mais um pouquinho, rasteja? Nada mais lindo do que ver um homem rastejando para seu próprio fim...

Finalmente, ela deixou que eu alcançasse o sapato, me pegou entre seus dedos dos pés e me deixou cair lá dentro:

Muito obrigado por ter trocado meu pneu e por ter entrado voluntariamente em meu sapatinho. Você é realmente um cavalheiro. Vai ser uma delícia te esmagar. Vou me sentir a rainha mais malvada e ingrata do mundo.

Lá em cima, eu via seu belo sorriso. O último rosto que verei. A sola do seu pé veio baixando vagarosamente, até bloquear a luz totalmente e pousar sobre meu corpo.

A última coisa que ouvi foi: sinta-se a vontade para beijar a sola do pé que te esmaga, tá, meu lindo?, seguida pela deliciosa gargalhada da deusa.

E por que não?, pensei. Já estou aqui mesmo. Entrei aqui voluntariamente. Será a última mulher de minha vida.

Parece que era só isso que ela estava esperando. Ao sentir meus beijos e lambidas, a rainha suspirou de gozo e começou a aumentar a pressão. Cada vez mais pesado, não consigo respirar, não acredito que estou dentro do pé de uma mulher, argh, sendo esmagado.... ugh... só porque fui gentil... ao fundo, ouço sua gostosa gargalhada.... mais peso... é muito injus*crack*

19.4.09

Cabeleireira transforma assaltante em escravo sexual na Rússia

Ele teria sido obrigado a tomar Viagra depois do assalto frustrado. Polícia está indecisa sobre o caso, segundo jornal local.

Um estranho caso de assalto e estupro envolvendo um criminoso e uma cabeleireira está mobilizando a polícia russa. Segundo o site "Life.ru", uma cabeleireira de 28 anos identificada como Olga teve o salão invadido por um assaltante na terça-feira (14). Ela, que é treinada em artes marciais, conseguiu render o homem de 32 anos, identificado como Viktor, e levou-o para uma sala reservada. Olga teria usado um secador de cabelo para render o assaltante, e acabou prendendo-o, mas não chamou a polícia.

Ela teria obrigado o criminoso a tomar o estimulante sexual Viagra, para depois abusar dele por diversas vezes, durante os dois dias seguintes. Depois de ser libertado, Viktor foi ao hospital para curar seu órgão sexual "contundido", e depois registrou queixa contra Olga. No dia seguinte, foi a vez de Olga registrar queixa contra Viktor por assalto.

A história fica ainda mais confusa, segundo o "Life.ru", porque a polícia não tem certeza de quem é o verdadeiro criminoso nesse caso de assalto que terminou em "estupro".

Fonte: G1

22.3.09

Perfis Virtuais e Pessoas Reais

Outro dia, uma giganta malvada que conheci pelo Orkut veio me contar que estava saindo dessa vida, que os homens só a usavam pra uma gozada fácil pela internet e que se sentia o objeto sexual deles - e não vice-versa, como deveria ser, claro.

Essa moça, por exemplo, como muitas outras, tem um perfil especialmente para o fetiche (no seu caso, de giganta, mas poderia ser crush, dominação, o que for). O seu perfil não contém fotos suas, a sua cidade natal ou nada de pessoal. Depois de conhecê-la pelo Orkut, trocamos MSN e seu MSN também foi criado especialmente para esse fetiche - não é seu MSN pessoal. Conversamos várias vezes, fizemos role-plays de giganta e ela me esmagou bastante. Apesar disso, nunca conseguimos falar sobre nada pessoal. Enquanto meu MSN é o meu nome de verdade, e tem uma foto minha de verdade, ela nunca revelou nenhuma informação pessoal. Nunca se apresentou como uma pessoa, somente como uma giganta má. Estritamente falando, não posso nem mesmo ter certeza de que seja verdadeiramente mulher (acho que sim), mas esse não é o ponto.

Já conversei com muitas mulheres dominadoras, malvadas e gigantas que chegaram em mim por outros meios (que não cabe revelar assim publicamente),mas que eram pessoas que sabiam meu nome de verdade e eu sabia os delas já quando começamos a conversar sobre esses fetiches. Com elas, eu brinco de fetiche e de maldade, mas também sei sobre suas vidas e seus trabalhos, também conversamos sobre o mundo real. É uma relação fetichista mas REAL.

A maioria das pessoas que brincam desses fetiches pelo Orkut se escondem completamente. Adotam uma persona e nunca saem dela. Já brinquei de muitas maldades e fetiches deliciososs com mulheres que conheci pelo Orkut, mas no momento em que tentei falar de coisas reais, discutir a vida real e não só fetiches, talvez trocar telefones e se encontrar, elas fogem. Não querem se mostrar. Não querem falar de nada a não ser do fetiche.

O problema disso é um só: assim, nunca se tornam pessoais reais na cabeça dos outros, dos seus interlocutores, dos seus conhecidos de Orkut.

Uma coisa é a GarotaMalvada, de quem nunca vi foto, que não sei quem é, de onde tecla, ou quantos anos tem. Conversamos sempre pelo Orkut e por MSN, ela me excita e eu acho que a excito, trocamos fantasias deliciosas, mas eu não sei nada sobre ela. Nunca vi nem foto. Se ela quiser sumir, nunca terei nem como entrar em contato. É difícil de respeitar uma pessoa assim enquanto ser humano porque ela mesma não se apresenta como ser humano, mas como um ser 100% virtual, inexistente como pessoa, existente somente como persona (a giganta má, a dominadora, etc).

Outra coisa é a Claudia Almeida, 32, de São Paulo, professora primária que adora se imaginar giganta malvada, que conheci pelo Orkut, mas que logo trocamos MSNs, fomos nos conhecendo melhor, trocamos o nosso Orkut verdadeiro, sabemos os endereços dos blogs não-fetiche de um e de outro, continuamos conversando sobre nossos fetiches e continuamos nos excitando, mas também falamos de trabalho, de vida, de namorados e namoradas, e de trânsito. talvez até conversando no telefone, ou se encontrando pessoalmente, se quisermos levar a relação a esse ponto.

O que eu disse à minha amiga desiludida é: "os homens só te vêem como objeto sexual porque você só se mostra como objeto sexual. Já conversamos diversas vezes e já nos excitamos muito com nossas brincadeiras de gigantas más, mas não sei nada sobre a verdadeira você. Você nunca se mostrou, nunca se revelou, nunca se apresentou como "humana", somente como a giganta má da fantasia que compartilhamos e pronto. Então, se você só se apresenta sempre assim, acaba sendo inevitável que muitos homens te tratem mesmo só como objeto sexual, pra uma gozada rápida e pronto."

Estou há dois anos no Orkut, falando com mulheres malvadas, dominadoras e gigantas. Não é à toa que a única que acabei encontrando pessoalmente, e se tornando minha amiga, foi aquela que, já na segunda conversa no MSN, me passou seu Orkut e MSN verdadeiros, e rapidamente abandonamos nossas personas e nos tornamos somente duas pessoas, reais, amigas, e que tinham o mesmo fetiche.

Nossos fetiches não precisam ser somente virtuais. Nossa vida pode ser muito mais interessante se trouxermos nossos fetiches para ela. Não entendo essas pessoas que gostam de uma coisa, e só a praticam no Orkut e no MSN com desconhecidos, mas tem vidinhas completamente baunilhas e normais com seus namorados reais e oficiais. Eu tenho meus fetiches, e gosto muito deles. Todas as mulheres que namorei, e a com quem acabei casando e separando, compartilhavam meus fetiches e se empolgavam muito com eles.

Mas para trazer nossos fetiches para nossas vidas, é preciso começar a se mostrar. Com cautela, claro. Pouco a pouco. Mas se mostrar.

Senão, depois, ficaremos como minha amiga, que sempre se apresentou somente como um objeto sexual virtual e, agora, reclama que os homens a vêem somente como um objeto sexual virtual.

5.3.09

Pokemon Sorceress: An Evil Giantess Story

by Pedro Lozada

Once upon a time, there lived a very evil woman in New Jersey. Being 22 years old and ravishingly beautiful, she was fond of using her looks to attract and enslave men all the more easily. On top of all that, she was a sorceress. She cooked up spells, turned men into frogs and, generally speaking, if she didn't like your face, you'd be just shrank and disposed of. That simple.

She had a high school nickname she liked to use: Madame Circe. They were reading the Odyssey and she simply fell in love with Circe. How could she not admire such a strong, self-assured, evil woman? For some months, all she talked about was Circe. She daydreamed that Ulysses wouldn't have escaped her, and she relived it all in her head, with all the things she would have done differently. Inevitably, people nicknamed her Circe and, mockingly, Madame Circe. She didn't mind. In fact, she loved it. She incorporated it into her life. But she didn't forget its malicious intent and, soon afterwards, the girl who had coined the nickname mysteriously vanished. By the way, lots of people vanished from that high school during that period. Those disappearances have never been explained.

The worst part was not that Madame Circe was evil. If you stop and think about it, we are all evil - at some moments and from some point of view. Washington was a great guy, but for the Brits he was a terrorist and a murderer. An otherwise nice person spreads out a rumor or says a nasty word here or there, but that doesn't make him evil.

Yes, the worst part about Madame Circe was not being evil, but being consistently evil. Worse yet, her awareness of her evilness and the pleasure she derided from it. Madame Circe knew she was evil and loved it. That's who she wanted to be, that's how she saw herself: an evil sorceress. The consequence of that is obvious: not only was Madame Circe constantly practicing this so-called "quality" of hers she was so proud to have but she was also forever trying to outdone herself in terms of wickedness.

There are many stories of Madame Circe. I'll try to tell all of them in the time I have left. My own personal story doesn't belong here, but she captured me once, allured me with her sexy evilness and enslaved me with her flawless body, and now I'm done for. She kept me as a foot slave, servicing her in the lowest form possible, and she would have wickedly disposed of me long ago if she had not read some of my earlier stories. I was saved by her whim to have her perverse deeds chronicled - same as I know, in the near future, I'll be doomed by another one of her unpredictable whims. But I enjoy my life. Even though she despises me and will eventually be my murderess, I love her passionately, sweetly, deeply. I can't help it. To live in her house as her personal foot slave is an honor, and to be able to lick the funky toejam from between her sexy toes is a privilege such as I had never aspired to. I can only hope she won't tire of me soon enough: there are many stories to write and I'll never tire of licking her soles.

This time, my mistress wants me to tell you the story of the boys who collected Pokémon cards. It all started with the neighbor's boys. There was some kind of dispute over Pokémon cards and they were screaming about it in their backyard. Unfortunately, their backyard was connected to my mistress' house, where she was peacefully trying to read a book, while I was licking her soles, as usual. She kicked me on the nose to tell me to stop and walked to the window to see what the heck was going on. The boys were already exchanging blows.

Madame Circe was fascinated by it: she loves random, senseless violence. But soon her train of thought moved on to more dangerous stations. She began to think that Pokémon cards were, after all, some very poor excuse for fighting. What were Pokémon cards, anyway? And who cares? Shouldn't there be a more sensible reason for the kids to be fighting like that? A reason like, shall we say... her?

"It's true!" It dawned upon her. "I have seduced, enslaved and enchanted scores of men but never have I made them actually fight over me! Wouldn't it be cool to have men fighting over me? Wouldn't it be even more wicked to have those little boys fighting over me? And wouldn't it be supremely, deliciously evil to make those little boys fight to the death over me?"

"To the death!" She repeated, to herself, fascinated by her own cruelty. "Come over here, slave, and bring the couch." She ordered me. Madame Circe always liked to have me sucking her digits while she concocted her evil schemes. She said it inspired her, and I was very proud of that. I moved her couch next to the window, so she could sit on it and still observe the boys. "Suck my big toe, my mindless slave."

"What would you think" she asked "of me making those two boys fight to the death over the right to... let's say... kiss my feet, as you debasedly do every day?"

"They are barely ten." I pointed out.

"And who said my victims have to be of age? Didn't I vaporize that boy who was staring at my boobs last week?"

"But he was a hormone-filled teenager. Those are innocent little kids!"

"Hmmmm..." She sighed, wiggling her toes inside my mouth. "You say the sweetest things, my slave. Of course, how come I never thought of it. It's even crueler to destroy little kids, not even old enough to feel desire... Thanks for reminding me why I still keep you..."

She opened the window and cried out: "Oh boooys, please come here."

You see, she's so gorgeous that they would have come and done anything she wanted anyway, even if she weren't a sorceress. But she craved for more extreme pleasures:

"Hello. What are your names? I'm Madame Circe, but you can call me Circe."

Meanwhile, I had helped her to climb on the window, so she could sit on it with her legs dangling on the outside.

Very soon, she had learned they were brothers, Paul and Eric, that they were nine and ten years old, and that they went to the same middle school she had gone to.

"I've seen you in the neighborhood." Eric said, in a dreamy, child-like way. "You're very pretty, I've always wanted to talk to you."

This touched her evil heart. Not that she would give up making them kill each other for her amusement, but now she would definitely root for Eric.

"How sweet!" And she played with his hair. "Tell me, little darling, what do you want to be when you grow up?"

"I want to be a racing pilot, and I want to have 3 kids."

"Isn't that cute? A little boy who already wants to be a father!" She began lightly poking him with her foot, tapping his tummy, wiggling her toes in his hair. "And you, Paul? What do you want to be when you grow up?"

"An astronaut."

"Awww, impressive! You're both very remarkable little boys!"

That's how Madame got off, imagining how neither of them would never grow up, never fulfill their dreams, all because of her, all because they had crossed the path of an evil woman, all because of her capricious wicked whims. Such thoughts made her all warm inside, she loved herself more when she was this evil.

"And what were you fighting about? Pokémon cards! C'mon! That's no reason to fight! You know what's the one thing boys should ever fight about?"

They stopped and thought long and hard about it, to no avail. She watched them with playful amusement and then gave the answer to the riddle:

"Girls, silly! Like me." And she rubbed each foot against one of the boy's head. While she talked, her magic was having the desired effect in their hearts and minds, sapping their wills, numbing their brains, turning them into mindless drones for her to play with.

"Let me tell you what. Would you like the opportunity to lick between my toes?" And she wiggled her toes in front of them. It's already a given that little boys have no restraint and they were too far gone to even fake it. At the slightest mention of licking her toes, they tried to grab her feet right then and there, but she kicked them on their cute little faces: "No, no, not now, but it's good to see you're so eager ..."

"Please let me kiss your feet!"

"No, let me, I'm cuter."

"He he, you're both cute, but only one will get to lick my feet. Let me tell you what we are going to do. You'll fight for me."

And then, she added, gaily, almost as an afterthought: "To the death."

They didn't flinch. The boys were completely under her evil power now. They were doomed by the love they felt for her.

"As soon as one of your little darlings stops breathing forever, I'll allow the other one to kiss one of my feet. Just one. And then I'll squish him with that same foot, allowing him the ultimate honor of being a part of my foot."

And she stroked their hair again, giggling:

"How do you like that? You understand, of course, you'll both die, but it is for a higher purpose: my amusement."

Once more, they tried to desperately reach her feet, but Madame Circe retracted her feet and sat on the window with her legs upward.

"Now go. Fight bravely for me, my little knights."

She didn't have to tell them twice: Eric lunged at Paul and off they went to the floor, exchanging vicious blows. Meanwhile, Madame Circe left the window and came back to the couch, so I could resume licking her feet.

"Too bad you can't see anything from down there, slave, but they are killing each other for the honor of licking my foot. Aren't you glad I didn't make you kill anyone to be my foot slave?"

"I would have. Gladly."

"I know, of course. And I'm kicking myself for the lost opportunity! But lick away now, I love to have a man at my feet while I watch the results of my evil machinations."

I couldn't see outside, but I could see her face, she was glowing, she was in rapture. Soon, her hand, almost unconsciously, slipped under her skirt and she began lightly stroking herself. I tried to follow that rhythm with my licking, to maximize her enjoyment, and I think I succeeded. The tempo of her wiggling toes inside my mouth soon followed the tempo of her hand inside her. Oh, there's nothing I'd have wanted more than to make love to her, but I know that's a futile dream!

But soon Madame Circe climaxed, in orgasmic jolts, moaning and crying, deliciously wicked. And now what?

"Won't they do it? This is taking forever!" As all spoiled wicked women, Madame Circe was awfully impacient;

"They're kids." I offered. "They don't even know what fighting to death is. They don't know what kills a person and what doesn't. They are used only to exchanging blows."

"Well," She mused, joyfully, looking down at me and rubbing her feet on my face "that's no big problem. I can place some mental commands like 'Use that stone' or 'Go for the neck', etc. Thanks for the idea, slave! You have a devious mind, too bad I'll have to kill you soon..."

"It's really a pity, my Goddess. But, actually, I was about to make a different suggestion. Since Your Evilness has already climaxed, has already had your wicked pleasure, there's no need for this to go on. You can release the little boys and have them forget it all."

She stuffed her foot inside my mouth again:

"Ah, now I remember why you're the slave. Are you insane? Do you want me to go soft? Don't you love me for my evilness and cruelty? Would you want me to be nice and merciful? Would it please you to lick the soles of a nice girl? Tell me."

She knew me inside out. She knew I loved her wickedness.

"Of course not. I love you the way you are. But the little boys-

"I orgasmed thinking about their deaths. What made me come was to think they would never race, go to space or have kids, all because of my cruel whims. I climaxed seeing two little boys fighting to death for the dubious, pathetic honor of licking my feet. That's what turned me on. If I let them go now, well, you can say my orgasm was a lie. That I climaxed for nothing. That it was all in vain. Would you want that?"

My mouth was bursting, she had stuffed her entire right foot in my mouth. I shook my head.

"Good. I have a reputation to protect." She removed her foot for my mouth with a loud and wet plop and walked theatrically to a nearby mirror: "Mirror, Mirror, on the wall, who's the evilest of them all?"

"You, my Goddess!" I gasped.

"Then let's go do something to earn that reputation or, who knows, next time the mirror may name Hillary Clinton or Katherine Harris!"

Madame Circe walked back to the window and leaned over to watch the fight. Meanwhile, I had a regal view of her royal ass, so sexy, so round and firm.

"Ooh Eric." She cooed, using her sexiest, sweetest voice. "Why don't you use that nice little rock over there on your brother's forehead? That would make me very happy..."

Easier said than done. They both jumped at the rock, but Paul was faster.

"Awww, that's so sexy I can't believe it! C'mon over, slave!" She called. "You've got to see this, otherwise you'll never truly believe how bad I am."

I stood up for the first time in many days - since my job is done on the floor, Madame usually doesn't allow me to walk upright - and approached her.

"Look at that!" She pointed. Paul was over Eric, holding his body down with his own weight and hammering him with the rock. "I was rooting for Eric, but not even a wicked sorceress can have it all... Oh boy!" She said, again inserting her nimble fingers under her skirt: "I can't resist it, this is just too good to be true...!" Madame pressed her back against the couch and began to melt over it, sliding down as the movement of her fingers grew more enthusiastically, but never losing sight of the boys, and moaning: "Awww, look, he's not moving anymore, he is barely twitching, the pooor little boy... Awww, step on his neck, yes, do it..."

And he did it. He took a step back, jumped and landed with all this puny weight on his brother's neck. Eric twitched one more time and that was it. The world had just lost a potential racing pilot, a little boy who was, all things considered, a very good lad, polite, intelligent and well meaning and whom his family would sadly grieve. But none of that mattered in the least to my sexy mistress. His life was just something to be snuffed out of existence according to her whims, like a bug one carelessly crushes. Her second-long orgasm was worth more to her than the lives of a million little boys. And orgasm she did, powerfully, again.

I didn't know where to look. While it was tempting to watch my evil goddess please herself in a way I never could have provided her, the human drama being played outside was also appealing. The boy kept jumping on his brother and pummeling him with the rock, until he was sure there was no more movement. Then he approached the window.

Her face was glowing now, not only from her happiness, but also from the sweat covering her entire body:

"It seems I have worked up quite a sweat, huh? This has been some serious rapture and it isn't over yet, there he comes for more..."

Madame Circe noticed I was staring at her while she composed herself and laughed:

"What, slave?"

"You're just too sexy, my Goddess. I only wished I could make love to you, just once. I don't mind what happens to me later, you can kill me with that's your wish..."

She laughed again:

"I'll kill you anyway, and you won't even have the satisfaction of making love to be beforehand. Love is something that is made between equals, slave. Or since I have no equals, at least between people of similar standing. I only make love to real men." And she added, bitterly, as if spiting out the words: "And you're a slave."

"I'm sorry if I was impertinent..."

"Don't worry, sweetie. You can always voice your feelings to me, it pleases me to know you live - and you shall die - in utter frustration... But since you've been real obedient and nice, and I like your stories, I'll give you a treat... Kneel down here close to me..."

I obeyed.

She extended her arm to me: "You may lick my index finger and have a little taste of the pussy you shall never have. Are you happy now?

"Yes." I muttered, savoring the delicious taste of her womanhood.

"Good. Let it never be said that I'm an insensible evil sorceress. Now, excuse me, I have a little boy to kill..."

Meanwhile, Paul had finished his grim business and had approached the window for his much-deserved reward. His face was full of red dots, his brother's blood. Madame Circe held out both her naked feet to him, still glowing from my saliva.

"So, which foot do you prefer to pop under? The right one, the one with the lovely skull toe ring..." And she rubbed her right foot on his face, smearing some of my saliva on him, mixing with the blood of his brother "Or the left foot, the one with this enticing pearl anklet..." And she did the same.

He was so confused, he couldn't choose! He extended his tiny arm to touch them, but she didn't allow that:

"No, no, sweetie, you can't touch them yet. You have to choose first. You only get to touch one of my feet."

As he still looked confused, Madame Circe decided to be easy on him:

"I'll tell you this, my young friend. I have no desire for your life. It has to be voluntary. The price of touching my lovely flesh is death, there's no way around that. All those who touch me must die. But you must not die. If you want, you may walk away now, I'll hide the body of your brother and no one needs to know what has happened here. That is, of course, if you can resist kissing my lovely foot."

Poor boy. He never had a chance. His precocious hormones were bubbling. No man would have passed that chance, even if it meant the extinction of mankind. She waited, wiggling her toes, and she never looked prettier, more enticing, than at that moment, waiting for a little boy to decide to voluntarily forfeit his life for a lick of her soles. Madame Circe enjoyed knowing how powerful she was.

Finally, he merely said:

"The right one."

Madame Circe grinned, she positively glowed with happiness.

"Then come and worship your soon to be murderess. Lick my foot, you have deserved it, you've killed your little brother for me! On your knees!"

Paul fell on his knees and slowly approached her right foot, while she wiggled her toes enticingly.

"Come, come, my sweet admirer, I long to feel your tiny tongue between my toes, to feel the token of your love and your humiliation. And I'll adore to repay your love and service with pain and death. And you'll love me just the same, won't you?"

"Yes, my mistress."

"That's my boy. Lick away. Meanwhile, I'm putting a shrinking spell on you."

She tilted her head and moaned while the boy dutifully licked between her toes and under her soles. I looked at him with envy, but I knew he wouldn't last. At each lick, the boy became smaller and smaller.

Finally, she said:

"It's enough, my dear. It's time now. You're so small I can barely feel you anymore."

And she called me:

"Look at him, slave. He's so small, he's not good enough even to lick my feet. What should I do with him?"

"Whatever pleases you." I replied, cautiously.

"Always, slave, always." She nudged her toe into tiny Paul and said: "Suck my big toe, little darling. Suck it while you still can."

It took some mighty effort, but Paul managed to stuff her sexy big toe (now even bigger) into his tiny mouth.

She motioned me to approach.

"Now watch, slave, this is going to be fun... He's still shrinking... Watch!"

She was still joyfully wiggling her toe, raising him up and down, and little Paul was turning red, he was obviously in great pain, probably unable to breathe anymore.

"Still shrinking..." She chanted "It will happen anytime now..."

She fondled his tiny body with her other foot, caressing him with her huge, sexy toes, and she blew him a lovely kiss:

"Good night, my tiny lover..."

With that, his face just blew and there came Madame's sexy, sharp toenail bursting through his body, while she laughed sensuously.

"Well, it's over. It seems now we'll have peace in the neighborhood for a change. Slave, come on over to clean up my big toe. Boys make such a mess of things!"

And that was it. Two innocent boys were dead, Madame Circe had climaxed twice, everything was in order. My mistress was as happy as she deserved to be. And may she allow me to live long enough to tell more tales.

(end)

This story was inspired by some chats I had with an American giantess called Madame Circe.

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17.2.09

Circe

9.2.09

Uma Caminhada pela Cidade: Conversa com Uma Giganta

Aviso Importante

Essa é uma história horrível. Ela não é recomendada pra ninguém sadio. Nem adultos e nem, deus me livre, crianças. Ninguém está preparado para ler coisas assim. Essa história contém sexo, incitação à masturbação e ao crime, desobediência civil, mortes, sangues, assassinatos, desgraça, o horror, o horror! Não leiam. Depois não digam que não avisei. Histórias como essa devem ser lidas apenas pelos iniciados, mentes superiores e refinadas, que sabem separar fato de ficção, apreciar o segundo sem que ele se torne o primeiro.

Aviso Essencial

Caramba, eu até me sinto bobo falando essas coisas, mas vá lá, hoje em dia até mesmo as agulhas são vendidas com avisos como "não enfiar no olho", etc. E a Internet é grande, sabe-se lá nas mãos de quem isso aqui pode acabar parando...! Essa história é apenas uma fantasia totalmente louca e absolutamente descompatibilizada da realidade. O autor, de modo algum, pretende incitar seus leitores a realizar coisas hediondas como manter escravos em calabouços ou tentar conquistar o mundo. Lembrem-se do que aconteceu com Hitler: não foi bonito. Mais ainda, nada nessa história indica desejos ou fantasias do autor que coisas parecidas às narradas aqui sejam realizadas contra ele, ou que ele tenha desejos incipientes de morte. Fica claro que o autor, pessoalmente, não quer morrer, não quer que ninguém morra, nunca, e que por ele todos viveriam para sempre, mesmo que isso significasse, por razões óbvias, o fim da humanidade e o colapso da civilização. Ficou claro?

O autor gostaria de saber as opiniões de todos os seus leitores. Não recebo nada pra escrever essas histórias, que me paguem pelo menos com seus comentários... Que tal fazermos um trato? Se ler e gostar, escreva, nem que seja pra dizer "li"... Esse é o único pagamento que preciso...

Introdução: Para Quem Gosta de Gigantas e Para Quem Queria Saber do que se Tratava...

Para quem queria saber o que é o fetiche de Giantess, aqui vai. Ao invés de escrever uma história original, decidi traduzir esse log maravilhoso aqui. É uma conversa que tive com uma moça estrangeira que adora se imaginar como uma giganta malvada - tanto quanto eu adoro me imaginar um pequeno escravo a mercê de uma giganta malvada. Tivemos uma relação cibernética longa e interessante e trocamos logs como esse aqui por muito tempo... Até que ela começou a trabalhar demais e... enfim. A sua privacidade está garantida (eu nunca feriria a privacidade de ninguém!, saibam todos os que quiserem conversar ou trocar mail comigo) e inclusive consegui a permissão dela de liberar uma parte dos nossos velhos logs contanto que não houvesse nada que pudesse identificá-la - ainda mais sendo numa língua estrangeira que nem ela nem seus conhecidos sabem falar... :) Aqui está. Se algum purista quiser ver o trecho original em inglês, eu mostro... Também tirei o nick dela, nacionalidade, todas as referências de local, data ou qualquer coisa. É só me escrever.

Editei umas idas e vindas e repetições típicas de chats e escrevi em português normal (ao invés de português de Internet, que todos sabem que é diferente) mas, tirando isso, está bem fiel às nossas conversas... Reparem a troca de idéias: naturalmente, nada é combinado. Eu sugiro algo, ela reage, adiciona, eu comento, etc... Os meus comentários de hoje eu adiciono entre colchetes. As linhas começadas com * o asterisco foram escritas por ela.


Uma Caminhada pela Cidade: Conversa com Uma Giganta de Verdade

por Pedro Lozada & Deusa

O que eu gosto mais é de pisar nas coisas. *Deusa ri *Deusa está nua

*Pedro está maravilhado com aquela visão gigantesca

*Deusa coloca as mãos na cintura e olha seu corpinho * ENTÃO, EU ESMAGO A CIDADE AGORA? *Deusa sorri*

Os olhos de Pedro viajam dos seus distantes olhos, através de suas curves sensuais até os seus maravilhosos pezões descalçõs. Claro! Qual é a sua altura, agora?

Hmmm...Uns 200 metros, que tal?

Linda e mortal :) *Pedro faz uma cidade aparecer na sua frente

He he... Quer que eu me descreva primeiro? OU JÁ POSSO SAIR ESMAGANDO? *Deusa ri*

Não, pode se descrever...

Espero não te deixar desapontado, he he. Tenho cabelos pretos longos, pele bem branca, magra, mas não muito magra, lábios negros e olhos azuis. Que tal?

*Pedro anda até um de seus gigantescos pezões e faz questão de encostar nele enquanto admira a magnitude da deusa. Uau!! VOCÊ PARECE SER MUITO MALVADA :)

He he. ORA, OBRIGADA! *Deusa está olhando pra você lá embaixo * He he, ATÉ QUE VOCÊ É BONITINHO, VOU TE GUARDAR PRO FINAL *Deusa sorri malvadamente *

Mal posso esperar pra virar uma gosma sob os seus gigantescos pezões, ó vossa malvadeza!:)

He he he. *Deusa sorri cruelmente para a cidade em sua frente * BEM, ESTÁ NA HORA. *Deusa ri*

*Pedro inveja o destino iminente da cidade. Pedro pode ouvir os seus dedinhos mexendo de vários quilômetros de distância, enquanto milhares de pessoas correm para as estradas, tentando fugir de você.

*Vagarosamente, meus pezões gigantescos andam até a cidade. *Deusa para nos limites da cidade e mexe alegremente seus dedinhos dos pés * VENHA, Pedro, EU QUERO QUE VOCÊ VEJA O QUE VOU FAZER COM VOCÊ DEPOIS. *Deusa sorri pra você * *Deusa então olha para a multidão indefesa aos seus pés *

*Pedro fica impressionado que pezões tão grandes se movam com tanta graça e vê eles se encaminhando para a cidade. Corro ao laod de seus pés. As pessoas, sábias, correm como loucas. E eu aproveito pra montar no seu pé.

Aproveite o passeio, queridinho.

*Pedro olha pra cima e diz: com certeza!

*Deusa levanta seu pé sobre a multidão: VOU FAZER BEM DEVAGARINHO... HE HE..

*Pedro se segura no seu pé enquanto ele sobe, se eu cair, será o fim, e tento imaginar o que aquelas pessoas lá embaixo devem estar vendo e pensando a medida que eu pé sobrevoa suas cabeças

*Deusa abaixa seu pé devagarinho, saboreando os gritinhos lá debaixo* *Deusa começa a sentir aquela cosquinha gostosa sob suas solas enquanto faz pressão * *Lentamente, seu pé encosta no chão e sangue espirra para todos os lados * *Deusa se apóia no pé para aumentar a pressão E SENTE MAIS PESSOAS ESTOURANDO E SE RASGANDO SOB SEU PÉ DESCALÇO * *DEUSA RI E MEXE SEUS DEDINHOS DO PÉ ALEGREMENTE *

*Pedro ouve os gritos sob seu pé. *Pedro esfrega seu minuscule membro contra a pele macia do seu peito do pé *Pedro saboreia os pobres gritos a medida que seu pé vai descendo sobre eles *Pedro chega ao orgasmo enquanto centenas de pessoas são esmagadas sob suas solas mortais *Pedro vê pedaços de pessoas por todos os lados e uma maré de sangue sob seus dedinhos *milhares de pessoas estão paralisadas enquanto você esmigalha seus amigos e parentes contra a rua

*Deusa levanta sua sola e vagarosamente gira o tornozelo pra um lado e pro outro, moendo aqueles restos em uma pastinha só. * *Deusa ri, como se quisesse mais *

*Pedro adora aquela risada *Pedro percebe que as formigas parecem não gostar e que saíram correndo de novo. Tudo em vão. São muitos, os carros e caminhões bloqueiam as ruas, não tem como escapar. *Pedro olha para o seu outro pé, que ainda está virgem, e pensa quantos morrerão sob ele.

*Deusa levanta o outro pé e pisa bem no meio da multidão, esmagando alguns lerdos que ela não tinha pego antes * *Deusa olha para a multidão lá embaixo *

*Pedro_ está olhando estupefato um homenzinho tropeçar e cair sob seu maravilhoso pé *Pedro_ vê você olhando pra baixo do alto de sua magnificência e segue seu olhar maligno até os pequenos aos seus pés. Eles te olham hipnotizados, claramente apreciando a visão do seu titânico corpo nu *Pedro_ baba vendo seus dedos do pé se mexerem, enquanto você ensurdece os pequenos só com o som da sua voz

Ei pequeninos, adivinhem? Tenho um presentão pra vocês. *Deusa mexe os dedinhos * QUERO QUE MASSAGEIEM MEUS BELOS PEZÕES ENQUANTO ELES OS ESMAGAM!

'Deusa, claros que eles têm!' eu grito * Pedro_ assiste eles correndo em pânico, incapazes de escapar de seu delicioso destino sob seus poderosos pés descalços

*Deusa coloca as mãos na cintura e ri. Ela levanta o pé onde você está sobre suas pobres vidinhas e pisa devagar *Deusa SENTE OS CORPINHOS ESTOURAREM E SENTE CÓCEGAS ENTRE OS DEDINHOS DOS ESGUICHOS DE SANGUE *Deusa olha pra baixo, vendo mais pessoas ao redor de seu pé *

eles são tão pequenos comparados aos seus enormes pezões *Pedro_ se segura em seu pé a medida que ele balança sobre eles *Pedro_ sente o poder de seu malvado pé acabando com a vida deles *Pedro_, em êxtase, quase cai de cima do seu pé, apesar de não ser digno da honra de morrer com eles

Hmm, esse massacre não foi gostoso o bastante, agora fiquei puta! *Deusa tira você do caminho, pra me certificar que não vou esmagá-lo * *Deusa olha pra baixo e levanta o outro pé e pisa com força * *Deusa olha pra cima e fecha os olhos, saboreando o poder que tem sobre eles *

*Pedro_ adora sua cara de maldade sensual e começa a se tocar assistindo a destruição que seus pés causaram

*Deusa bola um joguinho * *Deusa se senta, esmagando alguns sortudos sobre sua bunda, e pega um bando de pessoinhas.* *Deusa limpa seu pé direito, pra tirar um pouco do sangue. Então, olha pra seus pés, vendo os corpinhos amassados sob suas solas. *Deusa ri

*Pedro_ assiste a tudo com admiração, vendo a Deusa se sentando, um impacto tamanho que parecia que o céu estava caindo. *Pedro_ vê as pessoinhas sumindo sob sua vasta bunda *Pedro_ escuta o som delicioso da sua gargalhada :) *Pedro_ imagina o que ela tem em mente para suas novas vítimas *Pedro_ admira os seus pés, cobertos de sangue e de corpinhos, pessoas esmagadas por todos os lados, testamento de seu enorme poder e feminilidade

*Deusa brinca com os corpinhos grudados na sua sola. Desgruda eles devarinho e fica cutucando * *Deusa PEGA VÁRIOS HOMENZINHOS E COLOCA ALGUNS ENTRE CADA DEDO DO PÉ *

*Pedro_ chega para perto pra ver sua brincadeira cruel

AÍ Pedro, GOSTOU DOS MEUS ANÉIS DE DEDO DO PÉ?

Eles são uma delícia, majestade! E temporários, espero? *Pedro_ vê as pessoinhas nuas gritando entre seus dedos do pé gigantescos

*Deusa ri dos gritos dos corpinhos: AH CLARO, EU SEI, JÁ ESTOU MESMO ME CANSANDO DELES. He he.

Eles são da cor errado. Vermelho cor de sangue ficaria bem melhor :)

*Deusa FECHA SEUS DEDINHOS: CONCORDO PLENAMENTE, SEJAM BONZINHOS E ESTOUREM PRA MIM, MEUS QUERIDOS. *DEUSA APERTA SEUS DEDINHOS FECHADOS, ESTOURANDO AQUELES CORPINHOS COMO SE FOSSEM UVAS.*

*Pedro_ quase desmaia de ver os homenzinhos sendo impiedosamente esmagados por apenas algunas momentos de prazer da mulher gigante. Ahh, assim é bem melhor. Vermelho fica ótimo na senhora!

He he. SÉRIO, VOCÊ ACHOU MESMO?

Achei, minha poderosa Deusa!

*Deusa balança seus dedinhos só pra você * *Deusa ri* *Deusa se levanta de novo * Olha lá, Pedro, é um estádio de futebol. Vamos mostrar pra eles como se joga.

*Pedro_ fica maravilhado de vê-la de levanter majestosa *Pedro_ repara nas patrulhinhas que apareceram para proteger os cidadãos

*Deusa anda até o estádio e FAZ QUESTÃO DE PISAR CUIDADOSAMENTE NAS PATRULHINHAS. *Deusa sente a multidão se desfazendo sob seus pés poderosos a medida que anda até o campo de futebol

*O som das patrulhinhas sendo esmagadas é música para meus ouvidos *Pedro_ acha incrível que esses pezões enormes consigam sentir a multidão

*DEUSA REPARA QUE A CIDADE ESTÁ QUASE TODA DESTRUÍDA E LEMBRA A Pedro QUE SEU TEMPO ESTÁ ACABANDO.

*Pedro_ engole em seco pensando em seu destino!

*Deusa pára no meio do campo e robola a cintura: Posso jogar? *Deusa sorri malvadamente para as pessoas no estádio * Todo mundo fala que tenho um pezinho de ouro! Deixa eu mostrar pra vocês

*Pedro_ adora os sons dos gritos, a medida em que as pessoas percebem a sua presença poderosa. *Pedro_ vê os jogadores sobreviventes correndo para as arquibancadas. Eles são muito lerdos...

*Deusa pisa nos jogadores, nos torcedores, até nos bandeirinhas e no juiz. Escuta o barulho de gente sendo esmigalhada sobre seus pezões poderosos * *Deusa ri

*Pedro_ vê seus pezões sensuais e assassinos esmagando e destruindo todas aquelas pessaos sem esforço algum. Suas risadinhas combinam perfeitamente com os gritos deles As multidões e os jogadores sumiram sob os seus pés

Daqui a pouco tenho que ir embora. ENTÃO, JÁ ESTÁ NA HORA DE EU BRINCAR UM POUCO COM O SEU CORPINHO *Deusa ri

*Pedro_ repara que a Deusa está olhando pra ele e rindo muito e começa a se preocupar

*Deusa te encara: HOJE É SEU DIA DE SORTE, VOCÊ VAI RECEBER TRATAMENTO VIP! ONDE VOCÊ QUER "DESCANSAR EM PAZ"?

*Pedro_ sente suas palavras doces sobre ele: em um cemitério, depois de morrer de velhice?

*Deusa pega você pra garantir que não mude de idéia * *Deusa ri e cutuca você com meu indicador todo sujo de sangue: NÃO, TOLINHO! EU SENTIR VOCÊ QUEBRANDO SOB MINHAS SOLAS.

Seria legal ser esmagado na praia...

He he. Tá bom. *Deusa anda até a praia, esmagando alguns pequeninos solitários sob meus belos pezões.

*Pedro_ treme ao pensar de seu destino lá embaixo, vendo mais partes da cidade sumindo sob suas pegadas

*Deusa coloca você entre meus peito a medida que anda pela praia * *Deusa chega na praia e molha seu pezinho na água: Ah, olha só, é o Mar Vermelho! *Deusa ri e pega você na minha mão.

*Pedro_ repara um helicóptero da televisão chegando. Devem ter filmado tomadas maravilhosas!

Ahh, olha, estou na televisão. *Deusa pega o helicóptero com a outra mão * He he. *Deusa tira o cameraman e amassa o helicóptero em sua mão* *Deusa coloca o homenzinho e sua câmera na areia quente (e agora vermelha).

*Pedro_ engole em seco ao perceber que nem o helicóptero está a salvo de suas intenções malignas *Pedro_, apesar de seu destino iminente, continua se esfregando contra você, ao vê-la exercendo seu poder cruel e sensual *Pedro_ vê que o corajoso câmera-man não parou de filmar

*Deusa parece gigantesca e toda-poderosa ao lado do coitadinho: Está me filmando de um bom ângulo? SOU SUA DEUSA, O MUNDO TODO TEM QUE ME IDOLATRAR! SUAS VIDINHAS INSIGNIFICANTES NÃO SIGNIFICAM NADA PARA MIM! SE NÃO ME IDOLATRAREM, EU VOU TER PRAZER EM SENTIR VOCÊS TODOS SE ESMIGALHANDO SOB OS MEUS PÉS! *Deusa levanta seu pé * ASSIM FALOU SUA DEUSA! *Deusa pisa com força, destruindo o homenzinho. PREGUIÇOSAMENTE, ELA GIRA SEU TORNOZELO, ESMIGALHANDO SEUS RESTOS. *Deusa olha você com um olhar guloso.

*Pedro_ vê o homenzinho sumir sob o seu enorme pezão sensual e quase pode ouvi-lo sendo transformado em uma pasta. *Pedro_ se esfrega contra você e quase chega ao êxtase só de ver aquele olhar malvado em seu rosto

*Deusa sorri malvadamente e ri: VOCÊ ESCOLHE, ENTRE MEUS DEDOS OR SOB A MINHA SOLA?

Sob, choro eu

*Deusa SOLTA UMA DELICIOSA GARGALHADA PERVERSA: HE HE HE HE! OK. *Deusa limpa seus pés de novo no mar e continua caminhando pela praia vermelha: VOCÊ É O ÚNICO HOMENZINHO QUE MERECE TRATAMENTO ESPECIAL SOB MEUS PEZÕES MALVADOS. VOU TE ESMAGAR COM MUITO AMOR.

*Pedro_ se sente honrado ao ouvir suas palavras doces de encorajamento *Pedro_ sorri para sua gigantesca vilã, sabendo que toda resistência é inútil

*Deusa arranca suas roupas e beija seu corpinho nu * *Deusa sente seu corpo se encher de tesão a medida que se abaixa pra colocar você de nobo na areia * *Deusa te encara: ANTES QUE EU TE ESMAGUE, QUERO SENTIR SUA LÍNGUA ENTRE MEUS DEDOS DO PÉ.

*Pedro_ obedece com prazer e corre para entre seus enorme dedos dos pés e se ajoelha e adora aquela montanha de deliciosa carne, lambendo tudo. Não existe nenhuma Deusa maior que a senhora

LAMBA ENTRE MEUS DEDOS DO PÉ... AHHH.... *Deusa joga a cabeça pra trás e geme enquanto você me adora *

*Pedro_, com amor e respeito, beija e lambe seus dedos, cobertos pelo sangue e pelos restos de incontáveis vítimas *Pedro_ entra cada vez mais entre seus dedos, esfregando todo o meu corpo entre eles

Hmm, que delícia, deu pra suar... *Deusa ri enquanto você lambe gostoso * *Deusa para de gemer e encara você, com um sorriso carinhoso "PODE PARAR, ESTÁ NA HORA "

*Pedro_ obedientemente, mas dolorosamente, pára de lamber seus pés. O som de sua risada maligna invade meus ouvidos, talvez pela última vez.

*Deusa ri* Você tem sido um grande amigo, mas eu tenho que fazer isso, pois sou uma Deusa, e mando no mundo e faço o que bem entendo. Mas vou sempre me lembrar de você como o melhor que já tive. *Deusa mexe seus dedinhos

*Pedro_ sente-se muito honrado, assistindo, com medo, aqueles deliciosos dedos do pé se mexendo *Pedro_ dá um passo para trás, tomado pelo medo, mas não adianta, seu pé é tão gigantesco que ele cobre o céu

*Deusa levanta seu gigantesco pezão sobre você: NÃO SE PREOCUPE, TUDO VAI FICAR BEM. *Deusa vagarosamente abaixa seu pé até que ele para logo em cima de você * NÃO FIQUE NERVOSO, BONITINHO, TUDO VAI ACABAR LOGO... *SUSPIRA DOCEMENTE *

*Pedro_ sente sua sola macia contra mim, me prendendo contra a areia quente *Pedro_ se mexe e se esfrega contra a poderosa sola do seu pezão letal *Pedro_ se acalma um pouco ao ouvir suas palavras, detectando esperança no que você diz. Acaricia a sola gostosa do seu pé, ouvindo seus gemidos sensuais e se excitando também

*Deusa geme e fica toda molhadinha * *Deusa começa a fazer mais pressão e suspira * AH, PEQUENINO... É MELHOR GOZAR LOGO ANTES QUE TUDO TERMINE PRA VOCÊ

Esfrego meu pauzinho duro contra você. Sinto um aumento da pressão. Sinto a primeira dor, meu corpo sendo comprimido contra a areia da praia. Gozo ao ouvir suas palavras, sentindo seu pezão me espremer contra a areia

NÃO POSSO ESPERAR MAIS... MORRA, HOMENZINHO... MORRA SOB A SOLA DO MEU PÉ * e com isso ela pressiona com ainda mais força *Deusa geme e joga todo o seu peso

*Pedro_ grita, tanto ao ouvir suas palavras, quanto por causa do terrível aumento de pressão do seu pé contra o meu corpinho nu. *Pedro_ é esmagado como um inseto sob a sola sensual da Deusa. Seus orgãos são esmigalhados, e seus ossos quebram em dezenas de lugares. Pedro estoura como uma uva sob o peso insuportável do seu corpo e tudo fica escuro

*Deusa GIRA O TORNOZELO, SE CERTIFICANDO QUE VOCÊ VIROU MESMO UMA PASTINHA *minha buceta explode ENQUANTO DANÇO ALEGREMENTE EM SUA NOVÍSSIMA SEPULTURA *Deusa para e se acalma. *DEUSA SORRI, FELIZ COM SEU TRABALHO: HE HE.

*O fantasma de Pedro_ vê os resultados da sua paixão e acha tudo lindo, que seu lugar é assim mesmo, uma manchinha no chão, seus restos misturados à areia pelo seu pezão impiedoso e sexy enquanto você dança, feliz e satisfeita. O fantasma de Pedro some, feliz.

(fim)

Essa história pode ser livremente copiada, retransmitida, repassada, redistribuída, e por aí vai. Na verdade, como não estou olhando, você pode fazer o que quiser com ela, inclusive imprimir pra limpar a bunda, etc - o que talvez seja o que ela merece, nunca se sabe. Mas peço apenas que, o que quer que faça, não modifique a história sem minha autorização.

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2.2.09

A Pior Morte do Super-Patriota: Parte 3 das Aventuras da Vilã

Aviso Importante

Essa é uma história horrível. Ela não é recomendada pra ninguém sadio. Nem adultos e nem, deus me livre, crianças. Ninguém está preparado para ler coisas assim. Essa história contém sexo, incitação à masturbação e ao crime, desobediência civil, mortes, sangues, assassinatos, desgraça, o horror, o horror! Não leiam. Depois não digam que não avisei. Histórias como essa devem ser lidas apenas pelos iniciados, mentes superiores e refinadas, que sabem separar fato de ficção, apreciar o segundo sem que ele se torne o primeiro.

Aviso Essencial

Caramba, eu até me sinto bobo falando essas coisas, mas vá lá, hoje em dia até mesmo as agulhas são vendidas com avisos como "não enfiar no olho", etc. E a Internet é grande, sabe-se lá nas mãos de quem isso aqui pode acabar parando...! Essa história é apenas uma fantasia totalmente louca e absolutamente descompatibilizada da realidade. O autor, de modo algum, pretende incitar seus leitores a realizar coisas hediondas como manter escravos em calabouços ou tentar conquistar o mundo. Lembrem-se do que aconteceu com Hitler: não foi bonito. Mais ainda, nada nessa história indica desejos ou fantasias do autor que coisas parecidas às narradas aqui sejam realizadas contra ele, ou que ele tenha desejos incipientes de morte. Fica claro que o autor, pessoalmente, não quer morrer, não quer que ninguém morra, nunca, e que por ele todos viveriam para sempre, mesmo que isso significasse, por razões óbvias, o fim da humanidade e o colapso da civilização. Ficou claro?

O autor gostaria de saber as opiniões de todos os seus leitores. Não recebo nada pra escrever essas histórias, que me paguem pelo menos com seus comentários... Que tal fazermos um trato? Se ler e gostar,
escreva, nem que seja pra dizer "li"... Esse é o único pagamento que preciso...


A PIOR MORTE DO SUPER-PATRIOTA: Parte 3 das Aventuras da Vilã

por Pedro Lozada

Há meses, eu penava sozinho no calabouço escuro. Parecia que a vilã se esquecera de mim. Preso às paredes pelos pés e pelas mãos, incapaz de movimento, sem ver a luz do sol, ratos e baratas e escorpiões e aranhas se arrastando sobre mim, comendo apenas a pasta infecta destinada aos escravos mais baixos, e, pior de tudo, sem poder ver minha deusa, lamber seus belos pés, gozar de suas confidências ou assistir suas maldades. Quando fui capturado, ela me designara seu escrivão oficial, ou seja, o encarregado de narrar seus feitos, de imortalizar suas façanhas. Durante várias semanas, eu gozei de sua privacidade e ficava aos seus pés, lambendo suas solas, chupando seus dedinhos, enquanto a observava em ação. Depois disso, ela deve ter se cansado de mim, pois não me chamou mais e fui confinado ao calabouço comum. Agora, espero pelo dia de minha execução. Ou de minha reconvocação ao serviço ativo.

Foi quando entrou em minha cela uma das capangas de minha deusa. Era uma mulher superior como ela, que realizava os serviços mais essenciais, aqueles importantes demais para ser realizados pelos escravos masculinos. Ela me chamou:

"Escravo 28334?"

Eu não era chamado há tanto tempo que nem me lembrava mais meu número de série. A bela moça me chutou no saco ao ver minha confusão e, enquanto eu me dobrava de dor (ou teria me dobrado de dor, não estivesse preso à parede), esclareceu:

"Não é você o encarregado de narrar as façanhas de nossa majestade?"

"Sim..."

"Pois venha, ela o está convocando, pois está prestes a fazer algo digno de ser imortalizado."

Fui entregue aos outros escravos, que fizeram minha barba, me deram banho e depois me levaram à presença da malvada vilã, nossa senhora. Ela estava em seu trono, de pernas cruzadas, descalça, vestindo apenas um biquíni. Ao me ver, sorriu:

"Escravo! Há quanto tempo! Eu tinha me esquecido de você! Achei que já tinha mandado de executar! Sabe como é, é tanta coisa na minha cabeça! Conquistar o mundo dá um trabalho danado! Foi a minha Grã-Vizir aqui que lembrou que havia um escravo designado para registrar minhas façanhas. E o que mais você fazia? Era um escravo baixo originalmente, não é isso?"

Balancei a cabeça.

"Pois então venha e lamba meus pés enquanto conversamos. Esse é outro prazer que não desfruto há tempos por causa de minha vida ocupada."

Me aproximei. Sua sola do pé estava preta, de tanto que ela só andava dentro de sua fortaleza descalça. Ela mesma percebeu e comentou:

"Hmm, meus pés estão imundos, não é?" E mexeu os dedinhos pra mim: "Considere isso um bônus adicional, sei que vocês escravos baixos adoram assim..."

E comecei a limpar as solas de seus pés com a língua.

"Li suas últimas duas histórias. Ficaram muito boas. E capturaram bem o meu espírito malvado. Vou sentir a sua falta quando te matar. Mas sabe como é, você já é um dos meus escravos mais antigos, já comentam que estou perdendo o meu jeito. Você não se incomoda de morrer por mim, se incomoda?"

Eu estava com três de seus dedos em minha boca, mas balancei a cabeça negativamente.

"Claro que não, pergunta boba! Mas enfim, isso ainda demora. Se realizar bem sua próxima tarefa, quem sabe? Talvez até eu adie sua execução indefinidamente." E se virou para a Grã-Vizir, em pé ao seu lado: "Marque o escravinho aqui pra ser entregue a mim daqui a duas semanas pela manhã, para minha execução pessoal. Até lá, dá tempo de ele escrever e eu ler. Se eu gostar, adio." E, para mim: "Está bom assim?"

Então era isso. Minha execução já estava marcada. Mas pelo menos seria uma execução pessoal, realizada pela própria vilã, o que ela chamava de execução matinal, onde ela sempre matava um ou mais escravos ao despertar, para se excitar e começar bem o dia. E, melhor ainda, se eu escrevesse direitinho, poderia viver mais. Sorri e balancei a cabeça empolgado.

"Bem, deixa eu te contar então o que irá acontecer. Vou realizar minha execução mais humilhante." Bateu palmas: "Tragam o herói."

Três escravos carregaram para dentro da sala o famoso Super-Patriota, defensor da justiça, da democracia, da liberdade, dos fracos e dos oprimidos. Seu uniforme estava em cacarecos, sua capa rasgada, sua bota destruída. Mas ele não baixava a cabeça:

"Sua monstra! Acha que assim conseguirá me deter? Pode me matar mil vezes! O bem nuca se rende! Sempre existirão pessoas boas para lutar contra sua dominação, para defender a liberdade da tirania...." E ele continuou...

"Blá blá blá!" Zoou a charmosa vilã. "Escravos, enfiem suas cuecas na boca dele, por favor."

Prontamente, foi feito, os escravos ficaram nus e enfiaram suas nojentas cuecas na boca do pobre herói, que se debateu o quanto pôde. Foi uma cena dura de se ver, só melhorada pelo prazer visível da vilã, que mexia seus dedinhos em minha boca.

"Ai, ai, ê vida boa. Enfim, meu escravinho-escrivão," Ela continuou, para mim: "capturamos o herói faz algumas semanas, ele vem sendo torturado todo dia, mas isso não me satisfaz. Eu preciso dar o exemplo. Preciso fazer algo que diga ao mundo que lutar pelo bem e pela justiça não será tolerado. Em suma, preciso matar esse heroizinho da maneira mais hedionda e humilhante possível. Fiquei esse tempo todo pensando e considerando, nada era ruim o suficiente para ele, mas agora já sei. Vamos televisionar o evento ao vivo para o mundo inteiro, e você vai escrever a versão para os jornais, enciclopédias e para a Internet. Algo que transmita ao mundo que sou a mulher mais malvada de todos os tempos, que contra mim ninguém pode, que todos devem me amar e adorar e obedecer. E morrer por mim. Entendeu?"

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

"Tudo o que escrevo tem esse objetivo."

Ela me fez um cafuné: "Bom escravo!"

E, novamente, bateu palmas: "Tragam a máquina."

Um time de escravos trouxe uma máquina grande, do tamanho de uma daquelas geladeiras de picolés que haviam nos bares do mundo antes de sua conquista pela vilã.

Ela se levantou e me mostrou a máquina com orgulho:

"Este é meu miniaturizador. Foi desenvolvido por uma equipe de minhas melhores cientistas, verdadeiras mulheres superiores, mártires da causa da minha grandeza. Sabiam que eu as mataria depois de terminado o serviço, para que somente eu pudesse operar a máquina. Mas morreram rápido, o que, afinal, é o máximo que uma pessoa sensata pode desejar da vida sob o meu comando." E sorriu pra mim: "Venha cá. Está vendo essa manchinha vermelha aqui em cima? É meu monumento à genialidade científica delas. Foram as primeiras vítimas de sua invenção. Eu as miniaturizei, coloquei aqui e..." Deu um soco violento na máquina: "Pluft."

E riu, riu muito, feliz como uma menina com brinquedo novo. E, afinal, não era isso que ela era?

"Eu venho usando a maquininha bastante. Existem tantos métodos novos para se matar pessoas pequeninas..."

Enquanto falava, casualmente apontou a máquina para dois escravos que guardavam uma das portas e acionou os comandos.

"Já fiz tanta coisa deliciosa. Amassei alguns escravos em minha mão. Outros, eu coloquei dentro de mim e fiquei sentindo eles mexerem..."

Os escravos foram miniaturizados, cada um com apenas uns dois centímetros de altura, e ficaram correndo pelo chão como duas baratas tontas. Minha deusa casualmente andou até eles.

"E, mais que tudo, eu gosto de mata-los com os meus pés..."

Chegou perto dos dois, apoiou o calcanhar no chão e levantou o pé, mantendo-o sinistramente parado sobre os pobres condenados. Somente seus dedinho se mexiam, alegremente, em antecipação do que iriam fazer.

"Seja colocando-os entre meus dedos ou simplesmente pisando neles, como se fossem besouros gordos e inúteis."

Sem mais delongas, pisou nos dois escravos, sangue espirrando por entre seus dedos, e em seguida, andou de volta ao seu trono, deixando sensuais pegadas vermelhas atrás de si, que mostravam bem as formas delicadas de seus pezinhos, seu arcos altos, seus dedos bem feitos.

"Venha cá agora e limpe meus pés."

Devo ter feito uma cara meio que de nojo, e ela disse:

"Não tenha receio, meus escravos são limpos e não tem doenças..." Sorriu "Eu até mesmo já comi alguns e senti os pequeninos descendo esperneando por minha garganta..."

E lambi, engolindo pedacinhos de matéria encefálica e de ossos, limpando o sangue por entre seus belos dedos do pé.

"Bem, minha idéia para o heroizinho aqui usará a minha maquininha infernal. Observe, você vai gostar. Vamos para o estúdio."

A rainha e sua comitiva foram para o estúdio, de onde a execução seria transmitida para o mundo. O heroizinho vinha sendo arrastado atrás de mim, e eu senti pena dele, senti pena, de certo modo, pelo mundo inteiro. Afinal, ele lutava por todos nós, lutava por mim. Será que os outros escravos também pensavam assim?

Se ele vencesse sua luta, eu nunca mais seria preso pelos braços e pernas em um calabouço escuro, a minha sentença de morte para daqui a duas semanas não seria executada, nunca mais pessoas morreriam assim tão sem sentido quanto aqueles escravos que haviam acabado de ser pisados tão sem cerimônia, o reinado de terror no mundo acabaria, as pessoas voltariam a ser felizes, os passarinhos voltariam a cantar nas árvores, o mundo deixaria de ser o deserto frio de hoje, povoado pelo terror e pela tristeza.

Mas minha bela e calorosa senhora seria presa, humilhada, julgada pelas milhões de mortes que havia causado e provavelmente seria executada. Nunca mais o mundo ouviria sua gargalhada feliz, nunca mais seus olhos brilhariam de alegria. Ergui o olhar e a observei caminhando à frente a sua comitiva, aquela bundinha empinada, aquelas curvas perfeitas, aquelas pernas que não acabavam mais, aqueles pés cruéis. Não, o mundo estava bem como estava, o heroizinho que se danasse, eu não iria abandonar a minha malvada senhora.

No estúdio, enquanto era maquiada e preparada, a vilã decidiu que vestiria mesmo o biquíni que já estava usando, para ser vista pelos homens do mundo em toda a sua glória. Ela não tinha pudor em reinar pelo sexo e em usar seus dotes físicos a favor do Mal. Sua conquista havia sido grandemente facilitada pela complacência dos homens, abobalhados por sua sexualidade animal e que se recusavam a resistir à uma rainha tão maravilhosamente linda. E as mulheres, essas passavam para o seu lado pois lhes agradava fazer parte da casta das mulheres superiores.

A vilã sentou-se em uma poltrona e começou o seu discurso:

"Meus queridos súditos e meus leais escravos por todo o mundo, vocês foram convocados aqui para testemunhar o que acontece com quem me desafia. Esqueçam valores como liberdade, democracia e justiça. Desistam da felicidade. Só eu tenho direito de ser feliz. Suas vidas me pertencem. Você vivem apenas enquanto eu permito, para que trabalhem em minha glória. O bem perdeu a guerra e eu, como a maior representante do Mal, como a mulher mais malvada de todos os tempos, reino na Terra. Eu achava que isso já estava suficientemente entendido, mas alguns elementos terroristas insistem em desafiar a paz da nova ordem mundial. É preciso dar o exemplo."

Trouxeram o heroizinho:

"Esse é o assim-chamado Super-Patriota, defensor da vida, liberdade, democracia, blá blá blá! Ele ousou me desafiar. Agora, vejam o que acontecerá com ele. Futuros heroizinhos terão destino ainda pior."

Andou até a máquina, as câmeras atrás dela, e acionou os comandos. O Super-Patriota foi miniaturizado.

"Essa é a minha máquina miniaturizadora. Vocês todos devem conhecer algum vizinho ou amigo que já foi vitimado pela máquina. Ela é realmente bem útil, vocês já vão ver quanto."

Ela se abaixou e pegou o Super-Patriota em suas mãos macias, mostrando-o para a câmera:

"Esse aqui é o Super-Patriota agora, com meio centímetro de altura. Não se enganem. Apesar do tamanho diminuto, ainda é ele, suas funções cerebrais e fisiológicas continuam perfeitas, ele pode falar e escutar perfeitamente -- nós, claro, é que não podemos mais ouvi-lo." E deu uma risadinha.

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

Esticou a mão para o lado e um escravo já preparado entregou-lhe... uma camisinha!

"Essa é uma camisinha comum, meus caros súditos, que vocês usam para evitar que novas crianças nasçam para uma vida de dominação e servidão a mim. Até hoje, eu nunca havia usado uma coisa dessas, mas tudo tem a sua primeira vez."

E, muito sem cerimônia, jogou o Super-Patriota dentro da camisinha. Comecei a intuir o que se passava em sua mente diabólica, qual seria essa morte mais humilhante que ela planejara para o Super-Patriota!

Mostrou para as câmeras a camisinha com o pequeníssimo Super-Patriota lá dentro, se esperneando.

"Ele é tão pequeno que pode se espernear à vontade que não vai furar a camisinha. Mas ele não terá que se espernear por muito tempo. Aviso agora aos pais que irão se seguir cenas de sexo. Caso queiram tirar as crianças da sala, pensem duas vezes. Meus escravos e espiões estão por toda a parte. É importante que as crianças, mais que todos, já aprendam desde cedo o que acontece com quem me desafia. E é mais importante ainda que os meninos já cresçam me amando e me adorando, sua lascívia me dá forças. Quanto mais vezes por dia eles se masturbarem em minha honra, menos energia terão para outras atividades mais baixas como procriar ou se rebelar."

E estalou os dedos:

"Venha, escravo."

Um escravo sexual se aproximou, nu, ereto, e a vilã sorriu para as câmeras:

"Como indulgência às minhas súditas, escolhi o meu escravo mais atraente para a tarefa. Aproveitem."

Olhou para dentro da camisinha, piscou para o Super-Patriota e soprou uma beijinho para ele:

"Tchau, meu amor. Foi bom enquanto durou. Você foi um inimigo até divertido de se ter, mas a vida continua. A minha, é claro."

E, sensualmente, lentamente, vestiu a camisinha no membro ereto do escravo. O Super-Patriota, herói autêntico, não se entregou até o fim, se debateu, se balançou. A vilã deitou-se na cama, dois escravos tiraram seu biquíni e ela abriu as pernas deliciosamente:

"Venha, escravo. Mostre a eles o que acontece com os bonzinhos."

O escravo avançou um passo e, então, a coisa mais extraordinária aconteceu, algo que eu nunca havia visto acontecer na presença da vilã: ele broxou!

A malvada ficou furiosa, se levantou em um pulo, seus seios rijos e empinados se balançando, e avançou contra o escravo:

"Como ousa?! Eu sou a rainha do mundo, a senhora da maldade. Homens se matam pelo privilégio de olhar pra mim e você ousa... você ousa..."

O escravo tentou se desculpar:

"Foi ele, minha senhora. Ficou se batendo contra a cabeça do meu pau, doeu, não sei o que houve..."

"Tire a camisinha!" ela ordenou.

O escravo tirou a camisinha e depositou-a nas mãos da rainha, ao que ela prontamente andou até a máquina miniaturizadora e o encolheu também, para a mesma altura do Super-Patriota. Um outro escravo trouxe uma nova camisinha e ela despejou os dois ali.

"Atenção, crianças, para a lição do dia." Disse elas, encarando as câmeras, sorrindo e arregalando os olhos, como se estivesse gravando um comercial de margarina: "Não é só quem me desafia que morre uma morte horrível e humilhante, mas também quem falha comigo. Que venha o próximo escravo."

Mais um escravo se aproximou, nu e ereto, e a rainha o avisou:

"Já sabe o que vai acontecer se falhar, não é?"

"Diante uma mulher tão maravilhosa, não posso imaginar o que me faria falhar."

"É assim que eu gosto." E colocou a camisinha na deles. "Pode senti-los se espernear?"

O escravo sorriu: "Faz cosquinhas."

A vilã gargalhou e disse:

"Seja gentil, escravo. Não quero que eles morram logo, quero senti-los se quebrando dentro de mim aos poucos."

"Como a senhora ordenar."

Ela voltou a se sentar na cama, abriu as pernas languidamente e o escravo se aproximou, com aquele pau que parecia pulsar com os movimentos dos dois condenados. A rainha observava aquele movimento com êxtase, até ser penetrada. Então, inclinou sua cabeça para trás e começou sua dança malvada do sexo.

Ela gemeu, e ronronou, e gritou, em cadeia mundial. Enfim, acabou.

"Ai, que delícia. Você sentiu eles se quebrando, escravo?"

Ele olhou para baixo, com medo de encostar na camisinha:

"Acho que se quebraram na primeira, majestade. Estavam muito pequenos."

Ela fez uma careta:

"Eu sei, também acho. Queria que tivessem sofrido mais. Foi delicioso mesmo assim."

Ele começou a tirar a camisinha, mas a rainha interrompeu:

"Quero ter o prazer."

Descascou lentamente a camisinha do pau do escravo e a levou até as câmeras:

"Esse é o túmulo de borracha e porra do último grande herói da Terra. Espero que tenham aprendido a lição."

Gargalhou e deixou a camisinha esporrada cair ao chão. Pisou nela com força com o calcanhar e o chão ficou todo babado de uma gosta rosa e grudenta. A malvada andou até o seu trono e fez um sinal pra mim: "Limpe meus pés, escravo." E voltou a se dirigir às câmeras:

"Súditos e escravos, vocês já sabem o que acontece com quem me desafia e já sabem o que acontece com quem falha comigo. Falta apenas uma última lição."

Olhou para baixo, tirou seus pés de minha boca, viu que estavam limpos e se levantou. Passou as mãos carinhosamente pelo queixo do escravo com quem acabara de transar e deu um beijo em sua testa:

"Espero que tenha apreciado transar com sua deusa."

"Não sou digno." Ele respondeu.

"Ninguém é." Ela retorquiu, enquanto andava em direção à máquina miniaturizadora: "Mas eu preciso transar com alguém!"

Novamente, acionou a máquina e o pobre escravo foi miniaturizado.

"Esse escravo me serviu bem e fielmente. É um bom escravo. Me fez gozar duas vezes. Observem o que acontecerá com ele. Close nos meus pés, câmera."

E ela andou até o escravo e levantou seu pé sobre ele, mas não fez nada. Ainda.

O escravo estava tendo uma visão magnífica de minha senhora, nua e gigantesca, aquele pé sensual parado sobre ele, não tinha dúvida sobre o que iria lhe acontecer. Resignado, ele se ajoelhou e ficou apenas olhando para cima, desfrutando aquele panorama único.

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

Ainda em off, a perversa vilã começou a discursar, sabendo que as câmeras estavam focalizando seus pés:

"Meus queridos súditos e meus leais escravos, é assim que sempre pensei em vocês. Pequenos. Insignificantes. Aos meus pés. E assim vocês estão. Ninguém está a salvo. Nada pode salva-los."

A malvada deu um empurrão no escravo com o dedão, ele rolou alguns centímetros, depois pegou ele suavemente entre seus dedos do pé, o levantou no ar e deixou-o cair. Brincava com ele como uma gata brincando com o rato. Antes de mata-lo.

"Eu estou em todos os lugares, meus espiões vêem tudo, eu posso tudo. Minha maldade é sem limites. Suas vidas não significam nada, nada pra mim. Eu mato prisioneiros todo dia de manhã, pra me divertir. Suas vidas me pertencem."

Enquanto ele se recuperava da queda, ela colocou seu pé sobre ele e fez pressão, mas sem estoura-lo ainda. Levantou o pé e deixou que ele respirasse um pouco. Enquanto isso, com o seu dedão, cutucava o pauzinho do escravo, aquele mesmo que poucos minutos antes lhe proporcionara dois orgasmos.

"Eu sou sua Deusa, uma deusa perversa e toda-poderosa. Meus desígnios são inescrutáveis e exijo sacrifícios humanos. Eu me alimento do seu sangue e de suas vidas, esse é o meu preço. Me amar não é garantia. Me servir bem não é garantia. Para vocês, não existem garantias. Rezem pra não estar em meu caminho. Rezem pra que meu próximo capricho não seja esquartejar sua família. Rezem para mim, rezem em meu nome. E nunca tentem me entender."

Depois, pisou no pobre escravo. Para mais pressão, levantou seu outro pé, concentrando todo seu peso sobre o coitado. Ele estourou como uma uva.

"Câmera de volta em mim." Ela ordenou:

"Desistam de amor, felicidade, paz. Não há mais lugar no mundo para nada disso. A única pessoa feliz no mundo sou eu. Vocês vivem apenas para me servir e para me divertir. Sintam-se agradecidos de cada segundo a mais de sobrevida que eu lhes permitir. Ninguém está a salvo de minha crueldade."

Então, sorriu, colocou as mãos na cintura e gritou:

"Corta."

Subitamente, o estúdio foi tomado foi tomado de um aplauso insurdecedor. A vilã agradeceu os elogios e disse:

"Fui tão bem assim? Eu não gostei muito..."

Puxa-sacos apareciam por todos os lados para cumprimenta-la, e ela continuou:

"Aquele primeiro escravo ter broxado não foi humilhante pra mim, não? Como é que eu não considerei essa possibilidade? É que nunca havia me acontecido antes... Nem mesmo eu posso pensar em tudo..."

Abri caminho por entre seus admiradores e falei:

"Minha deusa, pelo contrário, mostrou sua maldade sem limites em ação mais uma vez, mostrou como não teve um segundo de hesitação em condenar aquele escravo ao mesmo terrível destino do heroizinho..."

"É verdade..." Reconheceu a rainha, levando seu indicador a boca: "Eu sou mesmo muito má, não sou?"

"Ninguém é mais cruel que a senhora."

Ela se aproximou de mim e segurou cada bochecha minha com uma mão:

"Escreva isso. Escreva bem. Quero que todo o mundo saiba disso. Quero mulheres de todo o mundo querendo ser como eu. Quero homens de todo o mundo abandonando suas mulheres para apenas se masturbarem em minha honra. Quero terror e submissão. Acha que consegue?"

"Pela senhora, tudo."

Ela gargalhou:

"Bem, senão, teremos um compromisso daqui a duas semanas..."

"Mal posso esperar a honra de ser vítima de sua maldade."

"Nem eu também, escravo, mas ainda quero que escreva muito sobre mim antes. Podem leva-lo."

E as capangas me arrastaram de volta ao calabouço.

Bem, e aqui está a história. O que acham? Consegui demonstrar bem tudo o que ela pediu? Será minha última história?

Veremos.

(fim)

Essa história pode ser livremente copiada, retransmitida, repassada, redistribuída, e por aí vai. Na verdade, como não estou olhando, você pode fazer o que quiser com ela, inclusive imprimir pra limpar a bunda, etc - o que talvez seja o que ela merece, nunca se sabe. Mas peço apenas que, o que quer que faça, não modifique a história sem minha autorização, nem retire os avisos.

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27.1.09

A Vilã Se Espreguiça: Parte 2 das Aventuras da Vilã

Aviso Importante

Essa é uma história horrível. Ela não é recomendada pra ninguém sadio. Nem adultos e nem, deus me livre, crianças. Ninguém está preparado para ler coisas assim. Essa história contém sexo, incitação à masturbação e ao crime, desobediência civil, mortes, sangues, assassinatos, desgraça, o horror, o horror! Não leiam. Depois não digam que não avisei. Histórias como essa devem ser lidas apenas pelos iniciados, mentes superiores e refinadas, que sabem separar fato de ficção, apreciar o segundo sem que ele se torne o primeiro.

Aviso Essencial

Caramba, eu até me sinto bobo falando essas coisas, mas vá lá, hoje em dia até mesmo as agulhas são vendidas com avisos como "não enfiar no olho", etc. E a Internet é grande, sabe-se lá nas mãos de quem isso aqui pode acabar parando...! Essa história é apenas uma fantasia totalmente louca e absolutamente descompatibilizada da realidade. O autor, de modo algum, pretende incitar seus leitores a realizar coisas hediondas como manter escravos em calabouços ou tentar conquistar o mundo. Lembrem-se do que aconteceu com Hitler: não foi bonito. Mais ainda, nada nessa história indica desejos ou fantasias do autor que coisas parecidas às narradas aqui sejam realizadas contra ele, ou que ele tenha desejos incipientes de morte. Fica claro que o autor, pessoalmente, não quer morrer, não quer que ninguém morra, nunca, e que por ele todos viveriam para sempre, mesmo que isso significasse, por razões óbvias, o fim da humanidade e o colapso da civilização. Ficou claro?

O autor gostaria de saber as opiniões de todos os seus leitores. Não recebo nada pra escrever essas histórias, que me paguem pelo menos com seus comentários... Que tal fazermos um trato? Se ler e gostar,
escreva, nem que seja pra dizer "li"... Esse é o único pagamento que preciso...


A VILÃ SE ESPREGUIÇA: Parte 2 das Aventuras da Vilã

por Pedro Lozada

A vilã se espreguiçou gostosamente diante dos dois prisioneiros:

- Vocês foram condenados a morte, por tentarem interferir em meus planos malvados de conquistar o mundo. Têm algo a dizer?

Um deles, coitado, se ajoelhou aos seus magníficos pés e começou a chorar. Será que não sabia que ela não tem misericórdia?! Ainda por cima, a vilã adorava quando suas vítimas choravam, isso fazia com que ela se sentisse muito mais má e poderosa. Era delicioso saber que não interessava o que fizessem ou o quanto suplicassem, ela acabaria com suas vidinhas miseráveis de qualquer jeito!

O prisioneiro apertou seu rosto contra o pé da vilã e ela sentiu aquelas lágrimas quentes escorrerem por entre seus dedinhos. Hmm, ela pensou, quase tão bom quanto sentir a saliva dele:

- Lamba meus pés! - Ela ordenou, num impulso, e o prisioneiro obedeceu sem hesitação.

Boooom!, pensou a vilã, ronronando como uma gata cruel, que brinca com seus ratinhos antes de matá-los. Era sempre gostoso ter os seus pezões malvados lambidos e beijados! Não bastava exterminar os escravos: parte da diversão da vilã estava em degradá-los também. E o que poderia ser mais humilhantes que lamber os pés de uma mulher malvada como ela?

Lá debaixo, o prisioneiro estava chupando o seu mindinho e fazendo sons de sucção: a vilã sentiu um calafrio de puro prazer sádico percorrer seu corpo perfeito! O imbecil estava realmente gostando daquela humilhação, estava gostando de lamber a sujeirinha acumulada entre seus dedos dos pés! Por um segundo, a vilã se sentiu ainda mais cruel e poderosa: aquele homem era tão patético que merecia a morte dolorosa que ela lhe proporcionaria...

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

Então, a vilã olhou pra ele com mais cuidado e viu algo que a enfureceu: constatou a extensão do prazer em seu rosto. O prisioneiro estava em êxtase! Ele gostava daquilo demais, pensou a vilã, com indignação, enquanto mexia seus dedinhos dentro da boca dele. Só ela deveria ter prazer! Não queria prisioneiros felizes, que absurdo! O seu próprio deleite era maior quanto mais desgraçados eles estivessem!

Nunca entenderia escravos: ela era de uma beleza estonteante e estava acostumada, claro, a ser desejada e idolatrada mas... Como alguém poderia achar bom lamber pés mesmo que de uma mulher linda? Suas solas grossas e amareladas de tanto andar descalça, a sujeirinha que se acumulava entre os dedos, até mesmo um pouco de chulé que não dava pra evitar... Ugh! Mas tudo bem, pensou a vilã. Pouco lhe interessava entender escravos: queria apenas atormentá-los, humilhá-los e acabar com eles... E empolgada por esses pensamentos doces, mexeu ainda mais seus dedinhos malvados dentro da boca do prisioneiro.

Na verdade, aquela língua lambendo ao longo de sua sola estava lhe causando um enorme prazer, mas saber que ele também estava gostando tirava toda a graça da coisa! Aquilo era pra ser humilhação! Que escravo estraga-prazeres! Era totalmente intolerável para a vilã a idéia de estar agradando a um escravo! Ele estaria morto e esquecido em poucas horas, claro, mas, mesmo assim, ela não queria que seus últimos momentos de vida fossem felizes. Então, percebeu algo interessante: que o outro prisioneiro estava observando a cena toda, com um olhar de nojo em seus olhos.

Hmm, pensou a vilã. Será que ele também acha deprimente e patético ver um homem adulto lambendo os pés de uma mulher como um cachorrinho? Tem que achar! Quem não acharia? Mas... E se fosse ele? Ah, isso sim seria degradante como ela gostava!

Rapidamente, a vilã puxou seus dedinhos de dentro da boca do prisioneiro e só o pensamento que estava privando-o de algo de que gostava tanto já lhe devolveu o bom humor:

- Já é o suficiente, querido escravo! - Anunciou, melosa e cruel - Não vou mais puni-lo assim.

- Por favor, - Ele pediu, olhando para ela com os olhos cheios d'água - se eu vou morrer, que ao menos eu possa desfrutar dos seus magníficos pés!

A vilã riu a sua gargalhada mais malvada. Como era bom ter um homem assim aos seus pés, quebrado, destruído, sem nenhuma dignidade! Mexeu seus dedinhos na frente do rosto dele, ele podia cheirá-los daquela distância:

- E por que quer lamber meus pezões?

- Porque eles são lindos, gostosos, cheirosos, tão malvados...

Mais uma vez, a vilã gargalhou e deu um chute na cara do prisioneiro:

- Malvados eles são. E eu também. Saia daqui e fique só olhando! Agora vou puni-lo de um modo bem mais gostoso... Pra mim, claro! - Apontou para o outro escravo: - Você! Se ajoelhe aqui e lamba meus pés! - E sorriu, satisfeita com a própria crueldade: - Agora!

A cara de nojo foi pior:

- Lamber... seus pés?!

A vilã malvada se empertigou em seu trono, ofendida:

- Por quê? Não deseja o privilégio de lamber meus pés? De encostar sua língua nojenta no meu maravilhoso corpo? Quando foi, em sua vida patética, que você já chegou tão perto de uma mulher tão perfeita como eu?!

- Não, é que-

A vilã olhou para os dois, deliciosamente má como sempre, e disse, descruzando lentamente suas pernas e esticando seus braços ao longo de seu trono:

- Entendam bem, escravos: vocês dois já estão condenados a morte. Mas talvez, apenas talvez, sejam poupados se me derem um pouco de prazer. Geralmente, fico generosa depois de um orgasmo ou dois... Por outro lado, talvez vocês morram de maneira ainda mais dolorosa que o normal... Hmm... Afinal, sabem como eu adoro ser má!

- Minha vilã! Por favor! Me deixe lamber e beijar os seus pés! É tudo o que quero!

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

Mais uma vez, ela riu e se virou pra ele, uma expressão matreira em seus belos olhos verdes:

- Eu sei... E por isso, vai ficar só olhando! Quem vai lamber é ele! - E apontou para o outro, que continuava imóvel e enojado pela simples idéia de lamber pés: - E agora!, ou mato os dois e arranjo outros escravos para brincar!

Que delícia! Realmente, pra ela, isso era tudo uma grande brincadeira. Mas, para eles, era questão de vida ou morte. Relutantemente o escravo se abaixou:

- Isso, assim, entre os dedinhos, que gostoso!

Ele obedecia mas não conseguia esconder seu nojo. A vilã esfregou o outro pé em sua cara e perguntou, maliciosa:

- Está gostando? Desculpa o ... - E riu ao dizer a palavra, com uma inocência calculada de menina - ...o chulezinho, mas tenho certeza de você deve estar gostando assim mesmo, né?

O escravo olhou pra cima com dor nos olhos, como se pedindo "por favor não pergunte isso!" Mas ela perguntava. Estava amando a humilhação! Qual é a graça de ter os seus pés lambidos e beijados por alguém que gosta disso? Onde está a maldade? Mas isso! Isso sim é vida... O prazer tem que ser só dela! Enquanto sente o calor de sua língua condenada por entre seus dedinhos malvados, ela sabe que ele está odiando, que odeia o cheiro de seus pés, o gosto de seus dedos, que está pensando em tudo no que ela pode ter pisado ultimamente... E só está fazendo isso, passando por essa humilhação, na vã esperança de salvar sua vida! Hmmm... Boooomm... Coitado se acha que a vilã permitiria que algum prisioneiro lambesse seus pés e sobrevivesse... Seria uma delícia acabar com eles... Mas primeiro que lhe proporcionassem prazer, depois morriam.

- Diga! Estou esperando!

- Os seus pés são maravilhosos... É uma delícia...

Ela estava rindo de puro maldade! Aquilo era muito bom:

- O que é uma delícia? Quero que diga!

- Os seus pés, o gosto...

- Bom, muito bom... Eu ia mandar parar mas como você está gostando tanto, eu permito que continue a lamber meus belíssimos pés! Prossiga.

Assim, sentindo a língua dele indo de cima a baixo em suas solas, a vilã encarou o outro prisioneiro:

- E você? Não gostaria de estar aqui?

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Ele começou a chorar:

- Seus pés são os mais gostosos, eu gostaria de lambê-los para sempre!

Hmm! Que delícia! E mexeu seu dedão dentro da boca do escravo, enfiou até lá dentro, roçou sua unha no céu da boca dele.

- Ai, ai, como é bom ser má! - Ela miou, se sentindo bem consigo mesma. Sorriu, passou a mão por seu corpo, e apontou para o outro escravo: - Fique só olhando, não quero que perca nada! Nunca mais vai beijar meus pés, ou sentir o gosto das minha solas... Mas quero que olhe, olhe tudo!

E a vilã relaxou, se esticou no trono de novo, retesou e relaxou seus dedinhos dentro da boca do prisioneiro e quase pegou a sua língua. Não seria legal se conseguisse arrancar a língua dele com os dedos do pé? Hmmm... Aquilo estava bom! E quando ele acabasse, ela mataria os dois, simples assim. Duas vidas humanas terminadas por um simples capricho seu: poder é isso, ser má é isso, ela pensou, gostando de si mesma. A saliva ainda estaria úmida em seus pés quando os dois morressem... O gosto de seu chulezinho seria o último gosto que sentiriam... Hmmm! E amanhã, quando ambos não fossem mais que uma memória, ela ainda estaria aqui, feliz, se divertindo e fazendo tudo de novo... Um calafrio de prazer sádico percorreu seu corpo. Hmm...

- Continue assim - Ela sussurrou, deliciosamente má - e talvez, quem sabe, eu não te mate...

(fim)

Essa história pode ser livremente copiada, retransmitida, repassada, redistribuída, e por aí vai. Na verdade, como não estou olhando, você pode fazer o que quiser com ela, inclusive imprimir pra limpar a bunda, etc - o que talvez seja o que ela merece, nunca se sabe. Mas peço apenas que, o que quer que faça, não modifique a história sem minha autorização, nem retire os avisos.

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12.11.08

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